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Invisíveis para a sociedade e para as agendas das políticas públicas. Assim Manoel Torquato, coordenador da Campanha Nacional Criança Não é de Rua, define a situação das crianças e adolescentes que perambulam pelas ruas das cidades brasileiras. Quantas são é incerto, pois não existem, ainda, dados oficiais.

Estima-se, porém, por pesquisa de amostragem, que o tempo de permanência na rua de 31% desses meninos e meninas é de um a três anos e que outros 33% estejam na rua há mais de três anos. O principal motivo é a fragilização dos vínculos familiares (27%), seguido pelo uso de drogas (26%). 60% sobrevivem como pedintes.

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Vivendo em perigo constante

Sábado, 07 Outubro 2017 02:22 Publicado em Notícias

Sujeitos à exploração e à violência, ao abuso e com uma alimentação precária, sem atenção, carinho e educação, é assim que vivem meninos e meninas em situação de rua, ou seja, sem proteção nenhuma. Além disso, são discriminados e rotulados como criminosos. A maioria das crianças que vivem em situação de rua tem um passado marcado pela violência e pelo desamparo. A Kindernothilfe apóia projetos, onde essas crianças possam retornar à normalidade de uma vida digna.

- crianças que durante o dia trabalham na rua, mas ainda vivem com suas famílias; crianças que durante a semana trabalham na rua e apenas nos fins de semana voltam para as suas famílias - motivo: a distância do "local de trabalho" até em casa é longe;

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Por: Fernanda da Escóssia

Garotas é o terceiro longa de Sciamma, sua terceira história de amadurecimento e seu terceiro filme passado nos subúrbios. Isso é proposital / Foto: Vice

De assunto mantido entre quatro paredes a tema de série na internet, o suicídio de jovens cresce de modo lento, mas constante no Brasil: dados ainda inéditos mostram que, em 12 anos, a taxa de suicídios na população de 15 a 29 anos subiu de 5,1 por 100 mil habitantes em 2002 para 5,6 em 2014 - um aumento de quase 10%.

Os números obtidos com exclusividade pela BBC Brasil são do Mapa da Violência 2017, estudo publicado anualmente a partir de dados oficiais do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde.

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A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal da Criança e Assistência Social (Semcas), participou na tarde desta quinta-feira (18), da caminhada que marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A mobilização compõe uma programação articulada pelo Comitê de Enfrentamento à Violência Sexual de Crianças e Adolescentes de São Luís, que é formado pelos Conselhos Municipais dos Direitos das Crianças e Adolescentes, da Assistência Social e da Condição Feminina. A caminhada teve sua concentração na Praça Deodoro e seguiu pela Rua Grande até a Praça Dom Pedro II, na Praia Grande. Ao final, o prefeito Edivaldo recebeu, no Palácio La Ravadière, uma comissão formada por representantes das entidades. 

Na ocasião o prefeito Edivaldo, acompanhado do vice-prefeito Julio Pinheiro, recebeu da estudante Brenda Rodrigues Tonello, 15, o 'Pacto de Enfrentamento de Violência Contra Crianças e Adolescentes' e a 'Carta Compromisso'. Os documentos trazem propostas de políticas voltadas para a área da infância. Os vereadores Raimundo Penha, Ricardo Diniz e Gaguinho prestigiaram a solenidade.

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