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Doenças raras e crônicas, como a hemofilia, estão entre as enfermidades que exigem de escolas e famílias uma parceria bem estruturada para garantir o bem-estar dos pequenos pacientes

Conviver com uma enfermidade incurável é um desafio para qualquer pessoa. Isso porque, em muitos casos, o paciente se vê obrigado a deixar de lado uma série de atividades do cotidiano. Mas, se a descoberta de uma doença crônica pode ter impactos profundos para um adulto, na criança a situação pode acarretar efeitos devastadores sobre a escolarização, o relacionamento com os colegas e o desenvolvimento da autoestima.

As doenças raras estão entre as condições crônicas que podem exigir de escolas e famílias uma parceria bem estruturada para garantir o bem-estar físico e emocional dos pequenos pacientes. Esse é o caso da hemofilia, caracterizada por desordens na coagulação sanguínea, podendo causar sangramentos de forma espontânea ou pós-traumática. Por isso, atividades comuns do cotidiano infantil, como correr, pular e jogar bola, podem representar sérios riscos para esses pacientes.

“Quando recebe os cuidados e a atenção necessários, a criança hemofílica pode ter uma vida normal. A escola tem papel fundamental quando entende as limitações daquele aluno e se organiza, por exemplo, para substituir atividades de educação física muito intensas pela prática de esportes de menor impacto, como a natação”, afirma a hematologista Cláudia Vaz, da Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Pernambuco (HEMOPE).

Atualmente, com a evolução do tratamento para enfermidade, o próprio paciente com hemofilia, ou seus familiares, podem aplicar o fator coagulante em casa, prevenindo as hemorragias e evitando o absenteísmo nas atividades escolares. 

Preconceito

Quando se trata de uma enfermidade dermatológica, o aspecto emocional pode adquirir uma dimensão ainda mais importante para o aluno. Embora a enfermidade, em geral, não imponha à criança limitações dentro da rotina escolar, não raro esses pacientes sofrem com o preconceito e a discriminação do grupo. Caracterizada por placas avermelhadas e escamas brancas sobre a pele, a psoríase muitas vezes é confundida com condições dermatológicas transmissíveis, levando ao afastamento dos colegas. Na verdade, trata-se de uma doença de caráter autoimune.

Supervisora da Divisão de Dermatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo, a dermatologista Maria Cecília Rivitti confirma que as crianças com psoríase costumam sofrer bullying, muitas vezes reforçado pelo estigma secular que as doenças de pele carregam. “A melhor forma de combater o preconceito é a informação. Por isso, é imprescindível que os pais conversem com os professores, diretores e orientadores pedagógicos para que a escola promova ações de conscientização dentro da comunidade escolar”, analisa.

FONTE: PFIZER

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Abandono de crianças cresce na Venezuela

Quinta, 21 Setembro 2017 19:29 Publicado em Criança em abrigos

 

Kimberly, 20, desce com cuidado a escada de metal. De pé em pé, vai baixando lentamente à galeria subterrânea cheia de fios, cabos e uma espécie de transformador.


"Aqui é preciso ter muito cuidado, parte desses cabos levam energia para dois shoppings e se você toca neles, boom, acabou", conta, enquanto orienta como descer pela estreita escada de metal até o local em que ela e alguns amigos chamam de "boogie".

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Raciocínio abaixo da média, atraso escolar, depressão, pseudoautismo e insegurança são algumas das consequências para crianças e adolescentes que passam por abrigos, na avaliação de especialistas que trabalham nas redes de acolhimento em parceria com o Poder Judiciário.

As consequências psicológicas desse processo para crianças e adolescentes foram tema do workshop em Curitiba, organizado pela Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para debater mudanças no Cadastro Nacional de Adoção (CNA).

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Foto: Débora Klempous/Rede Peteca - Chega de Trabalho Infantil

Fundação Abrinq divulga panorama da infância e adolescência nesta terça (21). Dados também apontam que 40% das crianças entre 0 e 14 anos no país vivem na pobreza.

O Brasil tem 2,6 milhões de crianças e adolescentes (entre 5 e 17 anos) em situação de trabalho infantil, segundo levantamento feito pela Fundação Abrinq. O panorama nacional da infância e adolescência é lançado nesta terça-feira (21) pela organização sem fins lucrativos que promove a defesa dos direitos de crianças e adolescentes.

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