Crianças em situação de rua

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Foto: Débora Klempous/Rede Peteca - Chega de Trabalho Infantil

Fundação Abrinq divulga panorama da infância e adolescência nesta terça (21). Dados também apontam que 40% das crianças entre 0 e 14 anos no país vivem na pobreza.

O Brasil tem 2,6 milhões de crianças e adolescentes (entre 5 e 17 anos) em situação de trabalho infantil, segundo levantamento feito pela Fundação Abrinq. O panorama nacional da infância e adolescência é lançado nesta terça-feira (21) pela organização sem fins lucrativos que promove a defesa dos direitos de crianças e adolescentes.

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O que você faria?

Domingo, 30 Julho 2017 00:38 Publicado em Crianças em situação de rua

Anano, a criança de 6 anos que protagoniza este vídeo, é uma atriz. Mas a situação que ela representa é muito real. Todos os dias, milhões de crianças vivendo na pobreza são ignoradas, deixadas de lado e privadas de tudo aquilo de que necessitam para se desenvolver.

Isso não precisa ser assim. Nosso relatório Situação Mundial da Infância 2016 é um apelo para que o mundo trate suas crianças mais desfavorecidas da mesma forma com que trata aquelas mais afortunadas.

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Infância e adolescência no Brasil

Domingo, 30 Julho 2017 00:31 Publicado em Crianças em situação de rua


O Brasil possui uma população de 201,5 milhões de pessoas, dos quais 59,7 milhões têm menos de 18 anos de idade (Pnad 2013). Mais da metade de todas as crianças e adolescentes brasileiros são afrodescendentes e mais de um terço dos 821 mil indígenas do País são crianças (Censo 2010). São dezenas de milhões de pessoas que possuem direitos e deveres e necessitam de condições para se desenvolverem com plenitude todo o seu potencial.

Embora o País tenha feito grandes progressos em relação à sua população mais jovem, os avanços não atingiram todas as crianças e todos os adolescentes da mesma forma. O Brasil é ainda um dos países mais desiguais do mundo. Por exemplo, enquanto 37% das crianças e dos adolescentes brancos viviam na pobreza em 2010, esse percentual se ampliava para 61% entre os negros e pardos (Censo Demográfico 2010).

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Na História do Brasil há pouco ou quase nada escrito sobre as crianças abandonadas. O abandono de crianças no Brasil existe desde o século XVIII, pois muitas mães e famílias não tinham condições de criar seus filhos e acabavam abandonando-os nas ruas. O principal fator do abandono sempre foi a miséria.

Entretanto, existiam outros fatores que levavam uma mãe a abandonar seus filhos no século XVIII e o principal deles ocorria pelo fato de a mulher engravidar quando ainda era solteira. Na maioria das vezes essas mulheres ganhavam a criança (bebê) e continuavam solteiras. A sociedade brasileira do século XVIII não aceitava que mulheres solteiras tivessem e criassem seus filhos, pois era uma sociedade na qual os valores morais e éticos acabavam prevalecendo – consequentemente, as mães solteiras sofriam um processo de discriminação e preconceito.

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