Criança em abrigos

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Raciocínio abaixo da média, atraso escolar, depressão, pseudoautismo e insegurança são algumas das consequências para crianças e adolescentes que passam por abrigos, na avaliação de especialistas que trabalham nas redes de acolhimento em parceria com o Poder Judiciário.

As consequências psicológicas desse processo para crianças e adolescentes foram tema do workshop em Curitiba, organizado pela Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para debater mudanças no Cadastro Nacional de Adoção (CNA).

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Por: Crisley Cavalcante

Já parou para pensar como teria sido a sua vida se durante a sua infância, ao acordar, não tivesse um pai ou uma mãe morando com você? Se quando sentir dor ou ficasse doente, não tivesse quem cuidar de você? É assim a realidade de vida de mais de 400 crianças e adolescentes em Fortaleza, sem pai e sem mãe, que moram em abrigos espalhados pela cidade.

A vida inteira dentro do abrigo transformou completamente o menino Alberto, de apenas cinco anos de idade. Desde o nascimento, ele vive na Casa do Menor, no Condomínio Espiritual Uirapuru, bairro Castelão, em Fortaleza. O menino não tem pai ou mãe para pedir ajuda, e ele sabe bem disso. A institucionalização de toda uma vida o impede de aceitar adoção hoje em dia. A criança, vítima do descaso e do desamor, transformou o abrigo definitivamente no seu lar. 

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Às vezes ouvimos falar de crianças e adolescentes que moram em abrigos, mas sabemos pouco sobre suas vidas e as razões de terem deixado suas casas. Para tentar conhecer melhor esses meninos e meninas e como vivem longe de suas famílias, a Turminha do MPF consultou uma pesquisa publicada em 2005 pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), órgão ligado à Presidência da República, que avaliou 589 abrigos brasileiros onde viviam 19.373 crianças e adolescentes.

Na época em que foi feita a pesquisa, a maioria dos moradores desses abrigos era formada por meninos (58,5%), afro-descendentes (63%) e tinha idade entre 7 e 15 anos (61,3%). Mais da metade deles (52,6%) já vivia nas instituições por mais de dois anos, sendo que 32,9% estavam nos abrigos por um período entre dois e cinco anos; 13,3% entre seis e 10 anos; e 6,4% por um período superior a dez anos.

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Mais de 40 mil crianças e adolescentes vivem em abrigos espalhados pelo Brasil. Por outro lado, milhares de pessoas querem adotar um filho e tudo o que elas precisam é ser amadas e ter uma família!

O caminho até a formação de novas famílias é o tema da série especial que o Jornal Nacional exibido pelo Jornal Nacional pela repórter Graziela Azevedo mostra como começa o processo de adoção.

A delícia de ter o seu lugarzinho no mundo. “Tenho minhas roupas, minha toalha, minha mochila de ir pra escola”, diz a menina que foi adotada pela estudante de pedagogia Jéssica Mundim Aguiar. As alegrias simples de uma manhã de criança.

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