Criança em abrigos

Adoção é um ato de amor.

  O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
HomeAbandono infantilCrianças em abrigos

O que você faria? (UNICEF)

Carta das Nações Unidas

Clique aqui para ler

Informativo

Seu nome
Please let us know your name.
Seu email
Please let us know your email address.
Opção
Invalid Input



FONTE: MDS.GOV

 

Brasília – O governo federal quer zerar até 2018 o número de crianças entre 0 e 6 anos em abrigos. A meta é atender mais de nove mil crianças, que hoje vivem nessas unidades, no Família Acolhedora – serviço que proporciona o atendimento em ambiente familiar. De acordo com o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, é fundamental que a sociedade civil e os governos federal, estaduais e municipais atuem juntos para atingir esse objetivo.

“Precisamos muito também do Poder Judiciário, que tem um papel importantíssimo. Enquanto não há adoção, é fundamental que uma família esteja com essa criança e dê suporte emocional para ela desenvolver todas as suas potencialidades”, afirmou nesta quarta-feira (31).

Leia mais...



Por: Luiza Fariello

FONTE: Agência CNJ de Notícias

Um “boa-noite” faria toda diferença na vida de mais de cinco mil crianças acima dos sete anos. A frase é o slogan da campanha “Adote um Boa-Noite”, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), que tem como objetivo conseguir famílias para crianças e adolescentes que vivem em abrigos e com chances remotas de adoção – em geral, por estarem acima da idade desejada pelos pretendentes.

A campanha começou em setembro com 18 crianças e adolescentes da Vara de Infância de Santo Amaro e, de lá para cá, 130 famílias já procuraram a Vara, sendo que um estágio de convivência – período necessário para efetivar a adoção – já está em andamento.

Leia mais...



Pelo menos 40 mil crianças e adolescentes em abrigos no Brasil ainda não foram beneficiadas por nove medidas determinadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) há nada menos do que três anos. A situação é grave porque o prazo de implementação era de 90 dias. Entre as medidas, estavam previstas a realização de audiências concentradas (que muitas vezes significa a definição de ter um lar) e a criação de varas específicas para tratar de assuntos da infância. Nada disso aconteceu. No Distrito Federal, por exemplo, as audiências estão suspensas desde 2016. As medidas do CNJ, pelo “Provimento n. 36” (uma determinação da Corregedoria da Justiça) têm como objetivo melhorar o atendimento às crianças e adolescentes que estão vivendo em abrigos. De acordo com informações do Conselho Nacional de Justiça são pouco mais de 40 mil, mas para a advogada Silvana Moreira, presidente nacional da comissão de adoção do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), a quantidade de crianças e adolescentes abrigados é maior. “A realidade é bem diferente. Estima-se serem mais de 80 mil”. 

Leia mais...

Abandono de crianças cresce na Venezuela

Quinta, 21 Setembro 2017 19:29 Publicado em Criança em abrigos

 

Kimberly, 20, desce com cuidado a escada de metal. De pé em pé, vai baixando lentamente à galeria subterrânea cheia de fios, cabos e uma espécie de transformador.


"Aqui é preciso ter muito cuidado, parte desses cabos levam energia para dois shoppings e se você toca neles, boom, acabou", conta, enquanto orienta como descer pela estreita escada de metal até o local em que ela e alguns amigos chamam de "boogie".

Leia mais...